Diabetes gestacional: Só na gravidez

às 09:57

Chama-se diabetes gestacional e é um tipo de diabetes que só acontece na gravidez. E porque há risco para a mãe e para o bebé impõe-se uma vigilância diária dos níveis de açúcar no sangue.

O mecanismo da diabetes gestacional é idêntico ao dos outros tipos de diabetes: tem a ver com a forma como o organismo usa o açucar (glucose), a nossa principal fonte de energia.


Tudo se passa ao nível da digestão, durante a qual os hidratos do carbono fornecidos pela alimentação são decompostos em moléculas de açúcar. Uma delas é a glucose, que é absorvida directamente pelo sangue mas precisa de ajuda para penetrar nas células - é a insulina, hormona produzida pelo pâncreas, que desbloqueia essa entrada. Numa pessoa com diabetes este mecanismo não funciona adequadamente e o resultado é níveis demasiado elevados de glucose no sangue.


É o que acontece também com a diabetes gestacional.

Durante a gra gravidez aplacenta produz hormonas que vão sustentar o desenvolvimento do feto, mas essas hormonas tornam as células mais resistentes à insulina. E à medida que a gestação evolui e a placenta cresce, maior é a produção dessas hormonas e, por consequência, maior a resistência à insulina.

Normalmente, o pâncreas reage e reforça a produção de insulina de modo a ultrapassar esta resistência. Mas nem sempre é capaz de responder com eficácia, o que faz com que pouca glucose chegue às células e com que demasiada circule no sangue.


É assim a diabetes gestacional, que se desenvolve com frequência no segundo trimestre de gravidez. E surge com maior probabilidade em mulheres com antecedentes familiares próximos de diabetes ou que já tiveram diabetes gestacional numa gravidez anterior. Mulheres com excesso de peso ou obesas também correm maior risco, o mesmo acontecendo com as de idade superior a 25 anos.


Risco para a mãe e para o bebê

Raramente a diabetes gestacional dá sintomas. A mulher pode sentir uma sede invulgar ou mais vontade de urinar, mas a maioria das vezes não há qualquer manifestação da doença. No entanto, o despiste deste tipo de diabetes integra os cuidados pré-natais, estando previsto um teste ao sangue específico entre a 24.ª e a 28.ª semanas de gravidez ou mais cedo se houver factores de risco significativos.

A realização deste teste é essencial na medida em que, se não tratada, a diabetes pode ter implicações na saúde do bebé e da mãe. Assim, o bebé pode crescer demasiado o que dificulta o nascimento por via vaginal, obrigando muitas vezes a cesariana: esta condição, chamada macrossomia e que corresponde a um feto com mais de quatro quilos, ocorre porque a glucose que circula em excesso no sangue acaba por alcançar a placenta, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina.

Outra complicação possível é a hipoglicemia: o bebé nasce com pouco açúcar no sangue porque a sua própria produção de insulina é elevada. Para equilibrar os valores, pode ser necessário administrar uma solução de glucose, o que se faz por via intravenosa. O bebé pode, além disso, ter dificuldade em respirar e ter necessidade de receber oxigénio.


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Segundo pesquisa, a cura do diabetes com células-tronco pode estar próxima

às 11:32

(EFE)- A cura definitiva do diabetes através do transplante de células-tronco poderia estar cada vez mais perto, depois que uma equipe de pesquisadores desenvolveu um composto químico que pode transformá-las em células beta capazes de liberar insulina.

A revista "Nature Chemical Biology" publica hoje que um grupo de cientistas da Universidade de Harvard (EUA), liderado por Douglas Melton e Stuart Schreiber, descobriu um composto que, inoculado na endoderme, é capaz de criar um grande número de células com o gene Pdx1, necessário para a produção de insulina.

Após geradas estas células, os pesquisadores as implantaram em ratos através de uma cápsula renal, e observaram que podiam criar um grande número de células vivas geradoras de insulina.

Esta descoberta representa um importante passo na criação de células beta, o grande objeto de desejo dos cientistas no desenvolvimento da cura desta doença.

As células beta são um tipo de células do pâncreas que se encarregam de liberar e sintetizar a insulina, um hormônio que controla os níveis de glicose no sangue.

Essas células são as primeiras que desaparecem nos pacientes que têm o diabetes do tipo 1 - conhecido como diabetes juvenil -, uma vez que o próprio sistema imunológico do corpo as destruiu devido a um processo auto-imune.

No diabetes de tipo 2, a insulina produzida pelas células beta do pâncreas atua incorretamente ou é insuficiente. Leia mais...

Dormir após o almoço pode aumentar risco de diabetes

às 11:24

Um estudo apresentado na conferência anual da organização britânica Diabetes UK indica que dormir regularmente depois do almoço pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2. Avaliando mais de 16 mil pessoas, os pesquisadores descobriram que aquelas que costumavam tirar uma soneca após a refeição tinham 26% mais chances de desenvolverem a doença.

Segundo os autores, vários fatores podem estar por trás dessa relação, incluindo problemas no sono noturno e uma associação entre sonecas e diminuição da atividade física. Além disso, eles destacam que, ao acordar de uma soneca, o organismo ativa hormônios e mecanismos que atrapalham a eficiência da insulina.

Os especialistas lembram, porém, que as sonecas têm menor peso no diabetes do que os fatores de risco tradicionais, como obesidade, idade avançada e histórico de diabetes na família. Leia mais...

Vídeo Diabetes - Prevenção e controle

às 11:36

Vídeo educativo produzido pela Novartis Brasil com informações sobre o processo de prevenção e controle do Diabetes.





Diabetes é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde.

Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas visuais e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.

Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.

Atualmente, estima-se que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas (cerca de 15 milhões no Brasil), o que significa que seis por cento da população tem diabetes.

Segundo uma projecção internacional, A população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50 por cento, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crónica.

Obesidade e diabetes infantil – o que fazer para reverter esse crescimento?

às 09:49

(Portal Fator Brasil) - Há algum tempo atrás, o diabetes tipo 2 era uma doença típica de adultos, mas com a elevação das taxas de obesidade infantil, esse tipo de diabetes vem aumentando entre os jovens. Segundo dados da American Heart Association, atualmente uma em cada três crianças e adolescentes de 2 a 19 anos apresentam sobrepeso ou obesidade.

Essa epidemia está propiciando que condições e doenças típicas dos mais idosos tenham um incremento perigoso em jovens. Para Dr. Marcelo Assad, cardiologista do Hospital Pró-Cardíaco, “o diabete tipo 2 representa um fator de risco para aquisição de outras doenças como infarto agudo do miocárdio, hipertensão, AVC (acidente vascular cerebral), alterações na visão e insuficiência renal avançada, além da amputação de membros inferiores”, esclarece.

Por isso, é fundamental que pais, responsáveis e educadores alertem crianças e adolescentes para os riscos do excesso de peso e do sedentarismo, criando situações favoráveis em busca de uma alimentação saudável e da prática de exercícios físicos. “É necessário dar suporte educacional em nutrição para estudantes em todos os níveis de formação e limitar o acesso a atividades que estimulem a inércia como televisão, computador e vídeo-games”, revela Dr. Marcelo Assad.

Diabetes infantil – Sintomas: Os sintomas da diabetes infantil são sede, aumento de fome e emagrecimento, aumento do número de vezes em que se urina e são, na maioria das vezes, acompanhados por grande mal estar, sonolência, fraqueza, tonturas, câimbras e formigamentos.

Condutas nutricionais para combater a obesidade:· Diminuir o consumo de gorduras saturadas e gorduras TRANS | · Encorajar o consumo de leite desnatado | · Orientar sobre adequada hidratação sem consumo em excesso de calorias | · Aumentar o consumo de grãos e reduzir o consumo de açúcar em comidas e bebidas | · Reduzir o consumo de sal, incluindo nos alimentos industrializados | ·Incrementar a necessidade do comportamento saudável com ênfase na atividade física regular.

Outros Dados - American Heart Association:. Mais de 9 milhões de crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos estão com sobrepeso nos EUA | . O aumento do sobrepeso em bebês de 6 a 24 meses era de 7.2 % em 1980 e 11.5 % em 2004 | . A prevalência do sobrepeso em crianças entre 6 e 11 anos era de 4.0 % em 1974 e 17.5 % em 2004 | . Para adolecentes, a prevalência do sobrepeso entre 12 e 19 anos era 6.1% em 1974 e 17.0 % em 2004. Leia mais...

Diabetes afeta olhos e deve ser tratado no oftalmologista

às 08:56

(Jornal da manhã) - Falta de controle da taxa de glicemia (açúcar) no organismo pode gerar problemas permanentes aos olhos. Pequenos sangramentos e inchaços na retina, descolamento de retina, hemorragias vítreas (sangramento dentro do globo ocular) e até cegueira total constituem o quadro de evolução da retinopatia diabética.

“As manifestações, geralmente, aparecem 10 anos após diagnosticado o diabetes no paciente. É imprescindível, portanto, o acompanhamento constante das taxas e avaliações anuais com o oftalmologista”, alerta o especialista em retina Sérgio Kniggendorf, oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB).
A evolução da retinopatia diabética não segue padrões. A rapidez do quadro vai depender do controle da taxa de glicemia e dos tratamentos realizados pelo diabetico.

Caracterizada por alterações nos vasos sangüíneos da retina, a retinopatia diabética fica clara por meio de lesões ou edemas que podem causar desde pequenos sangramentos até redução e perda da visão. É na retina, localizada na superfície interna da parte posterior do olho, que se concentra importante quantidade de vasos pelos quais passam sangue e oxigênio.

Periodicidade. “Após a descoberta do diabetes, o ideal é visitar o oftalmologista uma vez ao ano e realizar o exame de mapeamento da retina. Já nos casos em que o diabético apresenta um quadro avançado dos efeitos da doença na visão, as visitas devem ser mais freqüentes; duas vezes ao ano”, explica o médico.

De acordo com Kniggendorf, cada estágio tem suas características específicas. Na fase avançada, pode ocorrer o descolamento da retina, que é causado pelo crescimento desordenado de vasos sangüíneos e de membranas. “Esse movimento acaba ‘enrrugando’ a retina, o que a afasta da sua posição original e desencadeia o descolamento de retina”, explica.

Medicamentos. O especialista chama a atenção também para os medicamentos usados no tratamento da retinopatia diabética. “Os medicamentos antiangiogênicos, que agem diretamente nos vasos sangüíneos da retina, constituem o tratamento mais avançado para a doença. São aplicados na região ocular (intra-ocular)”, explica. Leia mais...

Transplante livra paciente com diabete da insulina

às 06:36

(JB Online) - Pacientes com diabetes tipo 1, diagnosticada no máximo há seis semanas, e com mais de 12 anos de idade, podem ver-se livres das doses de insulina. Um novo tratamento, desenvolvido pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), visa a preservar as células-beta – responsáveis pela produção de insulina no pâncreas – antes que sejam destruídas pela doença auto-imune. O método, que consiste num transplante de medula óssea, garante ao diabético um novo sistema imunológico.

– Com quimioterapia, desligamos o sistema imunológico do paciente. Depois, o religamos com auxílio de células-tronco hematopoéticas, como num transplante de medula. Assim, é gerado um novo sistema imunológico que pára de agredir o pâncreas – explica Carlos Eduardo Couri, um dos autores do estudo, que venceu a categoria Saúde e Prevenção, do Prêmio Saúde 2008, promovido pela editora Abril.

O diabetes tipo 1 atinge principalmente pessoas com até 35 anos. O uso contínuo de insulina compromete a qualidade de vida, pois mesmo controlado, o paciente pode ter uma hipoglicemia ou hiperglicemia. Durante a pesquisa, iniciada em 2003, com 23 participantes, entre 12 e 31 anos, 14 estão livres da insulina há mais de quatro anos.

Porém o novo tratamento, pioneiro no mundo, é indicado somente aos recém-diagnosticados, uma vez que eles ainda possuem parte das ilhotas de células-beta.

– Diabéticos há pelo menos um ano já tiveram todas as células-beta destruídas, então o tratamento não adianta – avisa Couri

Cientistas descobrem ligação entre diabetes e relógio biológico

às 07:10

(Correio do estado) - A descoberta de que pode haver uma conexão entre o diabetes e o relógio circadiano (o famoso relógio biológico) veio de um estudo do genoma humano, publicado na revista "Nature Genetics".

A pesquisa envolve cientistas de diversos centros europeus, canadenses e americanos e busca evidências que associem alterações genéticas a a doenças. Os pesquisadores determinaram que os portadores de uma determinada mutação tinham um risco elevado de apresentar níveis aumentados de açúcar no sangue e 20% mais chance de desenvolver diabetes tipo 2.

Essa mutação acontece próxima a um gene que está ligado ao controle da melatonina. A melatonina é um hormônio que controla nosso relógio biológico.

Segundo os pesquisadores a relação entre problemas no relógio biológico e o diabetes está ligada, por sua vez, à produção de insulina. A insulina é também um hormônio e é responsável pela entrada de glicose nas células do corpo.

Diabetes e elevado índice de açúcar aumentam os riscos de câncer

às 07:35

Pesquisa foi realizada em universidades americana e coreana.
Doença correlaciona ao câncer de pâncreas, esôfago, fígado e intestino.


(G1) Segundo pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e da Universidade Yonsei, na Coréia, pessoas com diabetes ou níveis elevados de açúcar no sangue têm mais riscos de ter câncer e falecer dessa doença.

O diabetes foi declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma ameaça mundial. No ano 2000, estima-se que existiam 171 milhões de diabéticos no mundo inteiro. Sendo que, por volta de 2030, esse número deve aumentar para cerca de 370 mil.

O aumento do número de diabéticos está ligado à elevação do número de pessoas obesas ou acima do peso nas regiões ocidentais. Para chegar a esse resultado da pesquisa, os cientistas estudaram mais de 20 mil pessoas que, durante uma década, eram avaliadas a cada dois anos.

Os participantes eram filiados a um sistema de saúde que dá cobertura a funcionários públicos e professores da Coréia. Com o estudo foram coletados amostras de sangue para o teste de diabetes e dados sobre a dieta e o estilo de vida dessas pessoas.

Entre os tipos de câncer estudados, o diabetes está correlacionado, em homens, ao câncer de pâncreas. Porém também foram significativas as correlações com câncer de esôfago, fígado e intestino.

Nas mulheres, o diabetes aumenta principalmente o risco da ocorrência de tumores malignos do fígado.

Apesar do estudo refletir dados da população coreana, esses resultados devem servir de alerta para que políticas de prevenção e controle do diabetes sejam estimulados no Brasil.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.

Vídeo aplicação de Insulina

às 16:32

Vídeo produzido pela Sociedade Brasileira de Diabetes onde o Dr. Walter Minicucci dá todas as dicas de como adquirir, armazenar e aplicar diversos tipos de insulina.

Composto do alho revela-se promissor no tratamento da diabetes

às 16:11

(Farmacia.com.pt) Investigadores japoneses revelaram que um fármaco baseado num químico encontrado no alho ajudou a tratar a diabetes tipo 1 e 2 em ratos, reduzindo os níveis de glicose no sangue.

O Dr. Hiromu Sakurai e colegas, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Suzuka, administraram oralmente o fármaco baseado em vanádio e alicina, um componente encontrado no alho, a ratos com diabetes tipo 1.

Em trabalhos anteriores, os investigadores tinham descoberto que o composto de vanádio e alicina tratava ambos os tipos de diabetes quando injectado, mas este novo estudo, publicado online na revista científica “Metallomics”, da Sociedade Real de Química do Reino Unido, demonstra que o fármaco é promissor como tratamento oral para esta doença metabólica.

A diabetes tipo 1 actualmente é tratada com injecções diárias de insulina, enquanto a diabetes tipo 2 é tratada com fármacos, sendo que alguns apresentam efeitos secundários.

Perigo: diabetes e problemas cardíacos

às 11:55

(O Serrano)Os diabéticos são um dos grupos que mais deve tomar cuidado com as doenças cardíacas, pois causa um sério problema de circulação, obstruindo os vasos sanguíneos e causando infarto do miocárdio. Cerca de 70% das pessoas que possuem diabetes, hoje, podem ter morte ocasionada por problemas cardiovasculares.

Existem dois tipos dessa doença, a diabetes tipo 1 e a diabetes tipo 2. O primeiro tipo ocorre normalmente em jovens e crianças, e está relacionada à falta de produção de insulina suficiente pelo pâncreas. Já o diabetes tipo 2, é mais comum em adultos, principalmente em obesos, e está relacionado a uma resistência de organismo à insulina produzida pelo pâncreas, fazendo com que não haja controle das taxas de açúcar no sangue adequadamente.

Normalmente, a obesidade é a principal influente para o surgimento da doença, pois normalmente as pessoas mais obesas tentem a consumir alimentos doces e carboidratos em excesso (que no sangue são transformados em açúcar). O conjunto de tudo isso acaba ocasionando algum problema de circulação e, conseqüentemente, aumentam o risco de problemas cardiovasculares.

O fato é que a alimentação hoje, independente do tipo de comida consumida, acaba não tendo o valor nutricional suficiente que nosso corpo precisa. Segundo o nutrólogo Máximo Asinelli, autor do livro "O mundo mudou, a comida também", o mau cultivo das lavouras com o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos prejudicaram, e muito, na qualidade dos alimentos.
Há poucas décadas atrás, a forma de cultivo das lavouras era isenta de produtos que incentivavam o crescimento e a prevenção de pragas, e isso resultava numa melhor qualidade dos alimentos e, conseqüentemente, na saúde das pessoas.

Asinelli ainda recomenda que a alimentação possa ser a chave para tudo. "As pessoas devem entender que comer bem não é sinônimo de nutrir-se bem. Uma má alimentação pode ocasionar sérias doenças como problemas cardiovasculares e até a desnutrição, que hoje é responsável por grande parte das mortes no mundo", finaliza o nutrólogo.